sexta-feira, 6 de abril de 2007

Revistas ISI- Institute for Scientific Information

Autecology of the isopod, Cyathura arinata (Krøyer, 1847) in the Ria Formosa (Algarve, Portugal)
Sandra Cruz, João Carlos Marques, Sofia Gamito and Irene Martins
Volume 76, Number 7 / July, 2003 Crustaceana




Spatial distribution of peracarids in the intertidal zone of the Ria Formosa (Portugal)
S Cruz, S Gamito, JC Marques - Crustaceana, 2003 - Springer
Volume 76, Number 4 / April, 2003




Population Dynamics, Life History, and Production of Cyathura carinata (Kroyer) (Isopoda: Anthuridae) in the Mondego Estuary, Portugal
Joao C. Marques, Irene Martins, Carla Teles-Ferreira, Sandra Cruz,
Journal of Crustacean Biology, Vol. 14, No. 2 (May, 1994), pp. 258-272doi:10.2307/1548906View Article Abstract


Batty L.; L. Chicharo; Sandra Cruz; F. Noronha; A. Teodósio; A. Santos
Salinas and their use by waders in the Algarve, Southern Portugal
Wader Study Group Bulletin
Âmbito da Revista Internacional
Volume: 49 (Supl.)

sábado, 31 de março de 2007

Apresentação e Defesa do Trabalho



Não se esqueçam que para a apresentação dos vossos projectos devem ter em consideração os seguintes aspectos:


Clareza da apresentação

Qualidade do material de apoio

Relevância das respostas dadas
Postura durante a apresentação

ALFA DE CRONBACH

A fidedignidade do instrumento de XPTO foi estudada através do coeficiente Alfa de Cronbach, o qual na globalidade da nossa amostra foi de 0,926 (num total de Nº casos). Os valores obtidos para o alfa de Cronbach estão representados na Tabela A(OU NAOPOR TABELA E DIZER O VALOR). O valor revelou-se superior ao valor de 0.80, podendo assim considerar-se que a consistência interna da escala é muito boa.

Análise Correlacional

Da análise do coeficiente de correlação de Spearman, verificou-se a existência de correlações significativas (nível 0,01/0,05). Assim verificaram-se evidências estatísticas de correlação positiva entre as variáveis QUALQUERCOISA E COISAQUALQUER tendo sido o valor do coeficiente de RHO = 0,723 (Correlação forte e positiva). A magnitude da correlação encontrada foi de 52,3%. (Tabela 22).

kRUSKALL WALLIS EXEMPLO

Da aplicação do teste não paramétrico de Kruskall- Wallis para a comparação dosXXXX, obteve-se os valores apresentado na seguinte tabela( tAB. B). O teste revelou um valor de qui-quadrado de XXX (p = XXX) para a escala de QUALQUERCOISA e de XXX (p = XXX) para a escala de dCOISAQUALQUER. Visto que os valores da probabilidade de significância se revelaram superiores ao valor de α = 0.05, logo não rejeitamos a hipótese nula (H0) no caso das pontuações obtidas XXX, podemos concluir, que não há diferenças significativas entre os diferentes anos, relativamente a esta variável.

**INFERIORES ...., REJEITAMOS...., HÁ DIFERENÇAS ESTATÍSTICAS SIGNIFICATIVAS

EXEMPLO LOGO ADAPTEM AO VOSSO TRABALHO


N:B: não esquecer que as letras do p value ou p da probabilidade de significância deve estar no texto em ITÁLICO .

LEGENDA DAS TABELAS:
Tabela . Valores relativos à aplicação do teste Kruskall-Wallis, para os participantes, diferenciados por grupo XXXX. Estatística de teste

Mann-Whitney- EXEMPLO DE TEXTO

Considerando todos os inquiridos verificou-se que para os instrumentos aplicados xxpto e xxppttoo entre os sujeitos Femininos e Masculinos, o teste de Mann-Whitney (Tabela A) forneceu evidências estatísticas significativas de que a variável dependente AMARELA tem valores superiores para o grupo dos sujeitos femininos /masculinos, pois os valores de probabilidade de significância unilateral foram inferiores ao valor do nível de significância.


Tabela _. Valores relativos à aplicação do teste Mann-Whitney, para comparação de dois grupos, _____. Estatística de teste. EXEMPLO DE LEGENDA DE TABELA

KOLMOGOROV TEXTO A NÃOPARAMETRICOS

Os resultados do teste Kolmogorov-Smirnov, para se testar a normalidade dos “scores” de cada dimensão (solidão e depressão) não permitiram a aplicação de testes paramétricos. O nível de significância associado ao teste de K-S, foi inferior a 0.05 rejeitando-se a hipótese de normalidade das distribuições de onde foram retiradas as duas amostras.


EXEMPLO

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007

Potência de um teste de hipóteses

A potência de um teste de hipóteses é a probabilidade (1 - beta ) de rejeitar a hipótese nula quando ela é falsa.

Para o calculo da potência de um teste num estudo é necessário saber:

a) Número de participantes nesse estudo
b) A magnitude de efeito que se deseja (ou a obtida)
c) O critério tomado para o valor da probabilidade de significância (exemplo. p = 0,05)

Para o calculo da potência de um teste não é necessário fazer cálculos à “mão” para isso podem fazer o download do programa GPOWER (ou do PASS) os quais são livres.

[para o programa PASS: http://www.ncss.com/pass.html) (o site do Gpower está em post anterior)

Suponha que vai realizar um estudo onde compara dois grupos entre si (factor inter participantes) usando um teste t para a comparação de duas médias em grupos independentes (com 10 participantes em cada grupo), e queremos uma magnitude de efeito (effect size) médio (ou moderado: 0,40 a 0,69).

Com um número total de 20 elementos teremos poucas hipóteses de perceber se há algum efeito. Para o efeito teríamos de ter uma amostra com 105 participantes em cada grupo (potência=0,95 e uma mag.efeito= 0,5).


Em psicologia isto nem sempre é viável!

Se temos um estudo onde encontramos um efeito, sem antes nos termos preocupado com a potência do teste, então é lógico que temos potência suficiente. Contudo o valor da potência assume maior importância num estudo onde não tenhamos encontrado efeitos, pois nunca podemos ter a certeza absoluta se, na verdade não há realmente um efeito ou se, por outro lado até existe esse efeito mas não tivemos potência suficiente para o poder determinar.


A potência de um teste é particularmente interessante, ou mesmo muito importante quando não encontramos nenhum “efeito” ou quando este é pequeno. Principalmente porque nunca sabemos se há realmente um efeito ou falhamos ao detectá-lo ou se não há qualquer efeito. Quando há efeitos pequenos será necessário calcular a potência do teste. Os psicólogos que não encontram qualquer efeito, devem dizer quantos sujeitos deveriam ter na sua amostra para ter um efeito e, se o número destes for muito grande (por exemplo: na ordem dos milhares) isto implica que se o efeito é pequeno então podemos realmente dizer que na verdade não existe qualquer efeito.

Devemos ainda acrescentar que por vezes temos significância estatística mas não há qualquer efeito. Ou ainda podemos não ter qualquer significância estatística mas termos efeito psicológico. Um aspecto não invalida o outro. Devemos sempre averiguar.

S.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

DATAS DE APOIO

****2007****

24 de Janeiro

7 ESTA AULA VAI SER SUBSTITUIDA EM MARÇO OU ABRIL

28 de Fevereiro

14 e 28 Março

18 de Abril

2 e 9 de Maio

terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

Novo G Power

http://www.psycho.uni-duesseldorf.de/abteilungen/aap/gpower3/

Se usar o programa nas suas investigações deve usar a seguinte bibliografia:

Faul, F., Erdfelder, E., Lang, A.-G., & Buchner, A. (in press). G*Power 3: A flexible statistical power analysis program for the social, behavioral, and biomedical sciences. Behavior Research Methods.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007

Análise Correlacional

Da análise do coeficiente de correlação de Pearson/Spearman/Kendall, verificou-se a existência de correlações significativas (nível 0,01/0,005). Encontrou-se evidências estatísticas de correlação positiva/negativa entre as variáveis "A" e "B" tendo sido o valor do coeficiente de r/rho/tau-b = 0,yyy (Correlação forte/moderada/fraca e positiva/negativa). A magnitude da correlação encontrada foi de (r^2/rho^2/tau-b^2)*100%. (Tabela abc).


(Um exemplo de texto, devem sempre consultar os vários autores...bem como critérios para classificar as correlações.

Não esquecer que por vezes encontramos significado estatístico ( obsv pelo valor de probabilidade de significância = pvalue do SPSS) mas não há grande significado psicológico.

Kolmogorov-Smirnov (Não paramétrico): Normalidade

Os resultados do teste Kolmogorov-Smirnov, para se testar a normalidade da(s) variável (eis), xxpto (etc) (não) permitiram a aplicação de testes paramétricos. O nível de significância associado ao teste de K-S, foi superior a(inferior) a 0.05 não se rejeitando a hipótese de normalidade da(s) distribuiç(ãoões) de onde foi(ram) retirada(s) a(s) amostra(s).

[exemplo de texto, ler outros textos por exemplo: Maroco, J. 2003-Análise Estatística - Com utilização do SPSS; Pestana & Gageiro- 2006- Análise de dados para Ciências Sociais - A complementaridade do SPSS; ambos das Edições silabo, e na Biblioteca, entre muitos outros)

domingo, 11 de fevereiro de 2007

Trocadilhos

Ao lado podem deixar também as vossas mensagens.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2007

Métodos e Técnicas de Investigação

As informações seguintes vieram daqui: http://sapp.telepac.pt/jconboy/p_alunos.htm#met

Site que podem e devem consultar!!!!

ANEXO A
(ver. 4.0 de 6 de Novembro de 2003)
Regras Gerais para a Elaboração da Monografia

Formatos Gerais: Papel A4 branco.

Margens: 4 cm esquerda; 2,5 cm direita, inferior, superior

Letra: New Times Roman (11 ou 12) ou Arial (11 ou 12).

Espaços: Texto 1,5; Citações longas, referências 1,0.

Tabelação: No início de cada parágrafo, 5-7 espaços (1,27 cm).

Formatos do Texto: Justificado

Paginação: É feita no topo direito da folha. As páginas antes da Introdução (Folha de Aceitação para Discussão, dedicatória, agradecimentos, índice, lista de tabelas, lista de figuras, resumo) usam a numeração Romana minúscula (ii, iii, iv etc.). A página do início da introdução não é numerada. A página a seguir é numerada com o número2.

Encadernação: A monografia é encadernada “a quente”; A capa é transparente. A contracapa deverá ser de cartolina branca ou da cor do respectivo curso.

Citações:
(a) citações indirectas (as ideias dos outros)
Indicar o último nome do(s) autor(es) e a data de publicação (copyright).

Sendo a sociedade um teatro (Leyens & Yzerbyt, 1999), os múltiplos papéis da obra corresponderiam aos estatutos sociais.

Smilansky (1968) defende que o jogo sociodramático amplia os limites do mundo lúdico.

(b) citações directas (as palavras dos outros)
-Até três linhas: entre aspas; indicar a página:

Segundo Barcelos (2003), “Este jogo simbólico é a capacidade de representar por gestos uma realidade não-actual” (p. 27).

-Mais que três linhas: fazer tabelação e escrever a citação em espaço simples, sem aspas:
Barcelos (2003) descreveu o jogo simbólico da seguinte forma:
Este jogo simbólico é a capacidade de representar por gestos uma realidade não-actual. É o jogo do faz-de-conta, de fazer “como se”. (...) Os jogos de regras, de início como imitação do jogo dos mais velhos, depois organizando-se espontaneamente, a partir dos sete a oito anos, marcam a socialização da criança (p. 27).


(c) citações secundárias

Zahr (1991, cit. por McGrath, 1993) afirma que não existe relação entre os comportamentos parentais observados e as características das crianças.

Números:
(a) Os números 1 até 10 escrevem-se, geralmente por extenso:

Um dos grupos tinha três sujeitos, cada um com oito anos de idade. A amostra total inclui 45 crianças, 22 do sexo feminino.

(b) Excepções: Dados; números de identificação; elementos da mesma categoria

(...) Grupo 1 e Grupo 2 (...) (não Grupo um e Grupo dois)
(...) 2 cm (...) (não dois).
(...) desvio-padrão de 2,0 (...) (não dois).
(...) Apresenta-se na Tabela 3 (...) (não Tabela três)
(...) das 12 manipulações, 6 eram (...) (não seis)

Séries:
Usa-se a forma: (a) asd asdf asdf adsf; (b) asdf asdf asdf asdf adsf; (c) asdf asdf asdf asdf asdf; (N) asdf adsf asdf adsf asdf asdf.

Pinha e Melo (1986) consideraram uma classificação etiológica segundo cinco períodos: (a) genético; (b) pré-natal; (c) neo-natal; (d) infantil; (e) adulto.

Referências:
Ver os documentos (a) Guia Rápido: Referências no Estilo da APA (INUAF); (b) Como Escrever um Relatório de um Estudo Empírico de Acordo com as Normas da APA (ISPA); (c) Publication Manual of the American Psychological Association (APA).

Informações importantes

(Esta informação foi retirada do site referido do Prof. Doutor J. Conboy)

Informação Útil
Guia Rápido: Referências no Estilo da APA


Psicologia Geral:
Código da Ética
Alguns Recursos Bibliográficos na Internet/WWW

Psicologia na Europa:
EFPA: European Federation of Psychologists Associations
EFPA: Projecto relativo ao Diploma Europeu para Psicólogos

Psicologia em Portugal:
http://www.psicologia.com.pt/
Ordem dos Psicólogos
Associação Portuguesa de Psicologia
Boletim da FPCE (Lisboa),
Instituto de Psicologia Aplicada e Formação
Portal de Psicologia da Universidade Lusiada

Outros Recursos Gerais:

American Psychological Association (APA)
http://www.apa.org/
AllPsych Online
http://allpsych.com/

Psicologia Online
http://www.psicologia-online.com/

The University Of Toledo -Department Of Psychology
http://www.utoledo.edu/psychology/

Psych Web Resources
http://www.psychwww.com/

Society for the Teaching of Psychology
http://teachpsych.lemoyne.edu/

APA Learner-Centered Psychological Principles (Inglês)
APA Learner-Centered Psychological Principles (Português)
Alguns Recursos Bibliográficos na Internet/WWW

Actividades que devem REALIZAR

1. Definir o Tema

2. Problema a investigar

3. Pesquisa bibliográfica, quer sobre os conceitos
que vão aprofundar quer sobre os métodos a utilizar.

Devem fazer: resumos , leituras, anotações

4. Definir e pesquisar (Escrever) a Metodologia
Instrumentos- verificar a adequação ao tema,
aferição destes à população portuguesa,
construir questionários

5. Escrever Introdução e metodologia

(inicie de preferência pelo menos a 01 de novembro
para entregar para leitura até 16 de Dezembro)

7. Aperfeiçoar o que escreveu em Janeiro

8. Recolha os seus dados (Não esqueça as autorizações -
envie com bastante antecedência para as instituições)

9. Inicio em Fevereiro da análise de dados.

10. Todos os resultados devem estar prontos e
analisados até 15 de Abril

11. Discussão até 30 de Abril

12. Entregue para leitura aos orientadores, aperfeiçoe..

13.... Prepare a defesa após a entrega!!!!!

Ficha individual que deve fazer

1. Nome do Aluno:

2. Número:

3. Telefone:

4. e-mail:

5. Orientador(es) da monografia:

6. Tema de monografia:


7. Hipóteses que deseja levantar:
8. Instrumentos que pensa aplicar:
(Deve entregar até final de Outubro)

Estrutura da sua monografia- Exemplo

Parte pré-textual

Capa e página de rostro-
--- consulte normas próprias da psicologia

Entre a capa e a página de rostro deve ser incluída uma pág em branco

Dedicatória
…dirigida a alguém especial a quem o autor se encontra ligado afectivamente ou cujo apoio foi basilar…sucinto e curto.
Ex:
Ao Zé Miguel, sempre.
À Marta e João.
(encoste à direita)

Epígrafe
Citação de uma máxima, verso ou poema..etc (pag à parte)

Agradecimentos

Nomeados orientadores, e os que colaboraram c o autor
Instituições que facilitaram a amostra ou apoio bibliográfico
Se agradecer à família deve fazê-lo no fim…






Resumo

Por norma:
Tese ---300 palavras
Artigo cientifico: 100 a 250 palavras
Síntese do trabalho, deve abrir o apetite à leitura do trabalho que você efectuou saliente os aspectos inovadores e mais importantes de todo o trabalho, pode ser descritivo ou informativo.

Pode fazer dois, um em português e outro numa outra língua: Inglês, francês ou espanhol

Sumário
costuma usar-se se o índice surgir no final do trabalho, não é o caso, consiste na enumeração dos capítulos e das suas divisões.

Lista de siglas e abreviaturas
Lista de tabelas /Figuras (aqui não deve constar paginação)
Índice de tabelas /Figuras (aqui deve constar paginação)


INTRODUÇÃO


Porquê do estudo
Indicar o tema, justifica a sua importância.
Definir e delimitar o estudo a investigar
Dar as razões que o levaram a fazer
Sintetizar o estado actual do Tema
Definir conceitos
Definir teorias
Apresentar a estrutura do trabalho, referindo os objectivos a alcançar.

MÉTODO

Objectivo

Este estudo teve como objectivo fundamental a análise e compreensão dos fenómenos de …..

Caracterizar o tipo de estudo…ou desenho experimental: experimental (o investigador actua sobre a variável independente), quase-experimental ou observacional (o investigador não intervém- pode ser também designado post facto). Se o estudo é descritivo : longitudinal, transversal (aspecto temporal) ou comparação entre grupos. Se é um estudo analítico: transversias, controlo de caso ou prospectivo…etc (consulte: Investigação e avaliação em psicologia e saúde, José luís Pais Ribeiro, editora: Climepsi)

Formulação do Problema e Hipóteses

As hipóteses para o presente estudo são: (a) (b)
A revisão bibliográfica parece apontar para ….




Amostra/Sujeitos Participantes

Quem foi alvo de estudo, dizer de modo sucinto , época e local onde realizou a investigação

Instrumentos utilizados



EX: Questionário Sócio/Bio- Demográfico, Beck, MBI, CDI, SA45, entre outros
Devem caracterizar as escalas e descrevê-las referencie sempre os seus autores com data.
Se construiu algum questionário ou escala deve descrever o instrumento e o modo e porque o fez assim e não de outro modo


Análise dados

A utilização de métodos estatísticos ….que usou
Descritivos
As variáveis independentes e dependentes
Testes de hipótese paramétricos ou não-parametricos , razoes porque os usou de modo sucinto. Não precisa descrever o teste em si, isso os autores da estatística já o fizeram, logo deve remeter para os vários autores.
Análise correlacional
Outros testes.
O nível de significância dos testes estatísticos fixado foi de 0,05 ou 5% o nível para a rejeição da hipótese de nulidade (H0).
programa SPSS versão 14.0 para Windows.
(Consulte a tabela de testes fornecida e aconselhe-se com o professor que o apoia)

Procedimento

Deve dizer que protocolo ou estratégias utilizadas para obter o consentimento ,dos participantes.

Deve referir que o procedimento foi explicado e os objectivos da investigação aos sujeitos
Deve assegurar que foi referenciado o anonimato e confidencialidade.

RESULTADOS

Caracterização dos participantes

consulte as tabelas formato



Consistência dos Instrumentos Aplicados


Se aplicar um alfa de Cronbach, deve ter atenção que ele deve ser acima de 0,70 para poucos itens por ex. 7, mas superior a 0,80 para mais itens da escala.

Pode ser interessante pois revela a consistência da aplicação do seu instrumento.
Pode usar linhas mais finas para separa as tabelas ou figuras


Estatísticas Descritivas dos Instrumentos Aplicados


_________________________________________________
Quadro .
Estatísticas descritivas para xpto no yyy sujeitos inquiridos exemplo
Use nas tabelas apenas linhas horizontais. Simplifique.
Tabela pode e deve conter as estatísticas básicas: média /ou mediana; desvio padrão, mínimo e máximo e numero de sujeitos
__________________________________________________
Análise Correlacional

Se efectuar, apresente no corpo de texto as “melhores” ou mais interessantes correlações


Estudo Comparativo Post-Hoc

Apresenta aqui os teste relativos ao testes de hipótese
Se possível apenas os que procura no seu estudo, mas também pode fazer uma análise exploratória e encontrara outros resultados interessantes.
O importante é que a tabela seja de fácil leitura para si e para quem lê. Não esqueça de referir no corpo de texto o que encontrou dando relevo à direcção da diferença encontrada. EX. A média do grupo feminino foi superior ao do grupo masculino.





** Não duplicar a informação, não repetir o que se observa nas tabelas e figuras, apenas as reforce
Evite detalhes desnecessários apenas deve descrever os resultados estatísticos



DISCUSSÃO

Saliente aqui os aspectos concordantes ou discordantes com outros trabalhos publicados, nacionais e estrangeiros- ISTO É Importante
Expor os resultados e dar interpretação, ainda arranjar razões que a levam a crer que os resultados refutam alguma teoria ou comprovam-na.
Apresentar no final, caminhos novos para pesquisa, na sequência dos dados obtidos


Conclusões finais/Considerações

Listagem em síntese dos aspectos essenciais do trabalho que se desenvolveu,

Referencias bibliográficas
Consulte as normas da APA, sff (SÃO DISTINTAS Das MINHAs, OU CONSULTE O SITE DO PROF Jay Conboy)
Algumas referências que considero importantes, entre outras que já vos dei
POESCHL, Gabrielle
Análise de dados na investigação em psicologia: teoria e prática - Coimbra : Almedina, 2006. - 302 p.

Maroco, João e Regina Bispo, 2003. Estatística aplicada às ciências sociais e humanas - Lisboa : Climepsi, 2003. - 368 p. - (Manuais Universitários, 27)

Pestana, M. H. & Gageiro, J. N. (2005). Análise de dados para ciências sociais. Lisboa:4ª edição, Edições Silabo, 696 p.


Maroco, J. 2003. Análise estatística com utilização do SPSS.Ediçoes Silabo. 487
* se precisarem de mais deixem post, sff.

Apêndices /anexos

Deve incluir as cartas enviadas, instrumentos e tudo o que não for apresentado em resultados mas QUE CONSIDERE IMPORTANTE apenas .



Bom trabalho a todos

Lista de instrumentos em "Gaveta"

(Atenção: devem sempre pedir aos autores dos instrumentos a devida autorização para a sua aplicação)

Instrumentos:



Auto-conceito Físico, Marsh, 1994

Auto-Estima.
Auto-estima materna (Escala)
Auto-estima paterna (escala)
Anotações em questionário para "descritores do bebé" (Análise de conteúdo)

Baterias de socialização da TEA- clima social, socialização e família,2001 Madrid

BDI-II

BECK (21 questões, pontuação máx 63, segundo Vaz Serra)

BHS (desesperança. Beck)

Bullying (Cerezo) - conduta agressiva
CAS questionário
CATS questionário

CDI - (beck para mais jovens)

CES-DC -versão portg.
Consumo de serviços

Desporto/recreativo Cultural - questionário
DAR - (Internacional Self-Report Delinquency Project, 1991)(adpt. PJ Porto)

EPQ- EYSENK, 1985; Trad portuguesa Batista et al, 97
EPQ- Eysenck et.al.,1985 48 itens
FES (Moos, et al., 1981) 90 itens
IESSD- versão final 44 itens -1997,(Teresa McIntyre & Manuel Gameiro)
Inventário de comportamentos para idades dos 4 aos 18 anos
Inventário de Percepções Paternas /Maternas (são 2)
Inventário de Personalidade Forma A, Douglas Jackson, versão Portg.
MBI (Malash,1980- Burnout)
MMS- Mini-Mental state,Manuela guerreiro e colabs. 1993
NEO PI-R Inventário de personalidade NEO revisto (exige autorização de autor)
(Cegoc-TEA, av antonio augusto de aguai, 21, 2º 1050 LX)
Questionário de Representações Pessoais De Si e de Objecto
Questionário de avaliação da importãncia curricular
QMAD (Serpa e Frias,1991)- Questionário de motivação
para as actividades desportivas
Rede social- questionário
RSES -Rosemberg, 1965 (autor considera de dominio público)
SA-45 versão 45 itens em portg.

SF36

SHF (Creti et al, 88; versão portg. , 2001)

Stai- forma Y-I- ansiedade estado

Stai-forma Y-II - ansiedade traço
ZUNG (10 nov 06)

WHOQOL- versão portg.

Textos que podem consultar

NEO PI R ...manual profissional

Entrevista de avaliação-intervençaoo em crianças vitimizadas
Ana Isabel Sani

Metodologia das Ciências socias
Augusto Santos Silva
José Madureira Pinto
1986

As realidades experenciais de Crianças vítimas
e testemunhas de violência
Isabel sani, Rui Gonçalves, José Bernardo Keating
Universidade do Minho

As vítimas silenciosas: a experiência de vitimimação
indirecta nas crianças
Isabel Sani, 1999 Univ. do Minho

Ciência Criminal
Representações da violência
construídas por crianças
Isabel Sani
Coimbra editora, 2000

Implicações e críticas para o estudo da criança
e visão da infância desde uma perspectiva jurídica
Isabel Sani, 2000
Univ Minho

Como escrever um relatório de estudo empírico
Teresa Garcia Marques
2002-2003
ISPA

El anciano deprimido y sua vivencia familiar
Garcia Lozano et al., 2000

A magnitude de efeito como forma de análise em ciências sociais
Joseph Conboy
INUAF


(textos para consulta)

Textos que podem consultar

NEO PI R ...manual profissional

Entrevista de avaliação-intervençaoo em crianças vitimizadas
Ana Isabel Sani

Metodologia das Ciências socias
Augusto Santos Silva
José Madureira Pinto
1986

As realidades experenciais de Crianças vítimas
e testemunhas de violência
Isabel sani, Rui Gonçalves, José Bernardo Keating
Universidade do Minho

As vítimas silenciosas: a experiência de vitimimação
indirecta nas crianças
Isabel Sani, 1999 Univ. do Minho

Ciência Criminal
Representações da violência
construídas por crianças
Isabel Sani
Coimbra editora, 2000

Implicações e críticas para o estudo da criança
e visão da infância desde uma perspectiva jurídica
Isabel Sani, 2000
Univ Minho

Como escrever um relatório de estudo empírico
Teresa Garcia Marques
2002-2003
ISPA

El anciano deprimido y sua vivencia familiar
Garcia Lozano et al., 2000

A magnitude de efeito como forma de análise em ciências sociais
Joseph Conboy
INUAF


(textos para consulta)

Burnout

BURNOUT no trabalho e conjugal em enfermeiros portugueses
Paulo Joaquim Queirós
Edições Sinais Vitais2005

Análise de conteúdo


O livro está na Biblioteca 1 é fixo outro móvel..



Estudos correlacionais- Problemas da correlação

Diamantopoulos & Schlegelmich (1997) :
> 0,80 correlação forte;
0,40 a 0,80 correlaçõa moderada:
<0,40 correlação fraca.

Cohen & Holliday (1982):
<0,19 muito baixa
0,20 a 0,30 baixa
0,40 a 0,69 moderada
0,70 a 0,89 elevada
>0,89 muito elevada

No entanto isto são critérios apenas:

Assim, por exemplo:

N = 500 casos e r = 0,88 é suficiente para ser significativo
N = 18 casos e r>= 0,468 (no mínimo) é suficiente também.

Às vezes um valor superior de correlação,
que mostra uma força de relação maior, pode
também significar uma maior probabilidade do
resultado ser devido a flutuações de amostragem.